Normalmente, para se fazerem figuras parvas, é necessária a presença de dois individuos, um para fazer a figura, outro para se rir e contar aos amigos... Ora bem, é nesta parte que a UFP Gossip entra, visto que acabamos sempre por saber de todas as parvoíces que acontecem.
Existem várias teorias relativas ao porquê de se fazerem figuras parvas, mas nós temos a nossa bem vincada. No nosso entender, toda a gente é parva ou tem uma ligeira deficiência mental, logo, estas situações têm uma probabilidade de 99% de acontecer, aquando da ingestão de álcool, ou utilização de substâncias alucinogénicas. Ora, existe 10% do nosso cérebro a ser utilizado nestas situações, e esses mesmos 10%, também conhecidos como"A zona morta do cérebro", são os que produzem o efeito problemático que aqui estamos a tentar explicar. Como nos é conhecido do 12º ano, da disciplina de Psicologia, existem pulsões na nossa zona inconsciente do cerébro e existe um filtro que não permite que estas pulsões sejam manifestadas, ora, o álcool, desliga esse filtro, deixando que essas pulsões se manifestem na nossa consciência.
Segundo estudos interinos do UFP Gossip, as pulsões que referimos, não oferecem qualquer tipo de resistência às "manhas" do álcool, fazendo assim, com que o utilizador bloqueie qualquer tipo de pensamento racional ou lógico. É derivado deste bloqueio, que surgem as situações mais parvas e estúpidas. Segundo estudo feito por nós, estas situações manifestam-se em variadíssimas formas, sendo a forma que nós mais admiramos o chamado " Corno Dançante". Ora, em que consiste esta tão conceituada forma de manifestação álcoolica? Para explicar, comecem por imaginar um bêbado na sua forma mais pura, t-shirt com manchas de vinho, olhar esbugalhado, andar bamboleante, volume da fala no máximo e a soltar os seus pózinhos sexuais na noite. Posta esta descrição, imaginem-no na discoteca... Música nas alturas, vontade de voltar a casa acompanhado e muita "gaja" por onde escolher...
Aqui surge o primeiro problema, queres levar uma gaja, como escolher esta fêmea se não consegues distinguir um sumo de uma vodka?! É então que surge "A táctica". Pois bem, a táctica mais famosa nestas tristes ocasiões é olhar para o peito da fêmea, pois, distinguir traços faciais encontra-se absolutamente fora de questão. Se o peito for avantajado, a probabilidade de ser uma total má escolha diminui razoavelmente. Depois disto, vem a parte mais complicada para o macho diminuído, falar com a fêmea avantajada sem fixar o olhar nas mamas. Pode acontecer uma de duas situações, ou a fêmea em causa está pior que o pobre rapaz e o diálogo se resume ao simples entrelaçar de línguas, ou, ela começa a dialogar e o caldo esta definitivamente entornado.
Estando o caldo entornado, entra a forma " O Corno Dançante "...
Fase 1: Finges o verter de lágrimas na esperança que a fêmea note...
Fase 2: Contas que foste atraiçoado recentemente...
Fase 3: Perguntas se não quer dançar...
Fase 4: Está feito, estás a dançar com ela e és oficialmente " O Corno Dançante"
Fase 5: Ofereces-te para a levar a casa...
Fase 6: Enfias a miuda, já alcoolizada, no táxi e prego a fundo para tua casa...
Fase 7: Desligas o teu telemóvel e depois o dela...
Fase 8: Adormeces porque também tu estás bêbado...
Fase 9: Acordas e não te lembras de nada...
Fase 10: Resultou, não a comeste, mas podes sempre dizer que sim aos amigos.
A parte mais triste de todo este texto é que só agora para o fim, nos apercebemos que nada disto é racional...
Conclusão: Também nós estamos bêbados...

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